Roteirista formado em Imagem e Som pela UFSCar. Tenho um apreço especial por animações e musicais, e esporadicamente me aventuro pelos mundos da ilustração digital e da criação de pôsteres alternativos para filmes.
Ao optar por uma homenagem segura e preocupada em preservar a imagem pública de Maurício de Sousa, a cinebiografia nunca explora a humanidade do artista, limitando-se a uma narrativa nostálgica, meritocrática e inofensiva.
Sonhos de Trem abraça a ideia de que a vida só pode ser entendida em retrospecto, criando um belo filme sobre a grandeza daquilo que parece pequeno demais para ser notado.
Daniel Rezende rejeita as tendências do cinema atual e abraça o risco como método, proporcionando em O Filho de Mil Homens a obra mais poética de sua filmografia.
Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, Sirāt tenta disfarçar seu vazio com momentos abruptos de impacto, mas falha em construir qualquer substância narrativa ou emocional.
Bom Menino (2025) aposta em consolidar uma nova vertente de filmes de terror. Embora seja feito inventivamente, o resultado ainda é mais triste do que assustador.