Categoria: Crítica de Filmes

2025

Ao optar por uma homenagem segura e preocupada em preservar a imagem pública de Maurício de Sousa, a cinebiografia nunca explora a humanidade do artista, limitando-se a uma narrativa nostálgica, meritocrática e inofensiva.

2025

Sonhos de Trem abraça a ideia de que a vida só pode ser entendida em retrospecto, criando um belo filme sobre a grandeza daquilo que parece pequeno demais para ser notado.

2025

Daniel Rezende rejeita as tendências do cinema atual e abraça o risco como método, proporcionando em O Filho de Mil Homens a obra mais poética de sua filmografia.

2025

Frankenstein (2025) equilibra o melodrama e a tragédia, explorando os excessos e os traumas que definem seus personagens.

2025

Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, Sirāt tenta disfarçar seu vazio com momentos abruptos de impacto, mas falha em construir qualquer substância narrativa ou emocional.

2025

Bom Menino (2025) aposta em consolidar uma nova vertente de filmes de terror. Embora seja feito inventivamente, o resultado ainda é mais triste do que assustador.

2025

Divertido e sincero, The Baltimorons (2025) transforma uma improvável comédia natalina em um retrato sensível da fragilidade humana.

2025

O novo filme distópico de Francis Lawrence funciona pela lógica do interesse. Embora seja bem-sucedido na maior parte do tempo e consiga construir um bom gancho, não há muita substância por baixo dos panos.

2025

Casa de Dinamite (2025) promete tensão e urgência crescentes, mas se desenrola como um relatório: burocrático, impessoal e cheio de notas de rodapé.

2025

A obra trata o olhar infantil como uma ferramenta de exploração filosófica, transformando a primeira infância numa reflexão sobre percepção, linguagem e o surgimento da consciência.