Categoria: Crítica de Filmes

2026

Espontâneo, improvável, imprevisível, hilário, absurdo, caótico, divertido, contagiante, inesperado, humano, apaixonante.

2026

Divertido e fiel às implicações de sua premissa, Hoppers reencontra a inventividade que consagrou a Pixar e se engrandece na simplicidade de sua proposta.

2025

Ao narrar o encontro entre duas infâncias solitárias, Arco encontra na delicadeza do afeto a força capaz de colorir um mundo monocromático.

2025

Através do ego e do oportunismo de seu protagonista, Marty Supreme desmonta tanto a clássica narrativa de ascensão esportiva quanto a própria promessa do sonho americano.

2025

Entre a dor de perder um filho e a necessidade de seguir em frente, Hamnet (2025) encontra na arte uma tentativa de ressignificar a vida.

2025

Enquanto muitos confundem humor negro com provocações baratas, Anders Thomas Jensen nos mostra que para rir das misérias humanas é necessário ter sensibilidade e discernimento.

2025

Um retrato de pais que desaparecem antes de transmitir suas histórias e de filhos condenados a crescer sem memória.

2025

Ao orquestrar um dilema entre a vingança e a absolvição, Foi Apenas um Acidente expõe a violência como um ciclo que persiste mesmo quando nasce do desejo de justiça.

2025

Ao optar por uma homenagem segura e preocupada em preservar a imagem pública de Maurício de Sousa, a cinebiografia nunca explora a humanidade do artista, limitando-se a uma narrativa nostálgica, meritocrática e inofensiva.

2025

Sonhos de Trem abraça a ideia de que a vida só pode ser entendida em retrospecto, criando um belo filme sobre a grandeza daquilo que parece pequeno demais para ser notado.