Categoria: Crítica de Filmes

2025

Através do ego e do oportunismo de seu protagonista, Marty Supreme desmonta tanto a clássica narrativa de ascensão esportiva quanto a própria promessa do sonho americano.

2025

Entre a dor de perder um filho e a necessidade de seguir em frente, Hamnet (2025) encontra na arte uma tentativa de ressignificar a vida.

2025

Enquanto muitos confundem humor negro com provocações baratas, Anders Thomas Jensen nos mostra que para rir das misérias humanas é necessário ter sensibilidade e discernimento.

2025

Um retrato de pais que desaparecem antes de transmitir suas histórias e de filhos condenados a crescer sem memória.

2025

Ao orquestrar um dilema entre a vingança e a absolvição, Foi Apenas um Acidente expõe a violência como um ciclo que persiste mesmo quando nasce do desejo de justiça.

2025

Ao optar por uma homenagem segura e preocupada em preservar a imagem pública de Maurício de Sousa, a cinebiografia nunca explora a humanidade do artista, limitando-se a uma narrativa nostálgica, meritocrática e inofensiva.

2025

Sonhos de Trem abraça a ideia de que a vida só pode ser entendida em retrospecto, criando um belo filme sobre a grandeza daquilo que parece pequeno demais para ser notado.

2025

Daniel Rezende rejeita as tendências do cinema atual e abraça o risco como método, proporcionando em O Filho de Mil Homens a obra mais poética de sua filmografia.

2025

Frankenstein (2025) equilibra o melodrama e a tragédia, explorando os excessos e os traumas que definem seus personagens.

2025

Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, Sirāt tenta disfarçar seu vazio com momentos abruptos de impacto, mas falha em construir qualquer substância narrativa ou emocional.