Giuseppe Tornatore registra o fim de uma era em que ir ao cinema era uma experiência coletiva, capaz de conectar gerações e moldar o olhar de cada espectador.
Em Moonlight: Sob a luz do luar (2016), os clichês são subvertidos ao passo que negritude, masculinidade e vulnerabilidade se chocam em uma retratação dolorosa da tentativa de autoconhecimento.
O último filme da Trilogia das Cores é o trabalho mais existencial e metafórico de Krzysztof Kieślowski: sua obra mais abstrata, mas também a mais humana.