O filme mais sofisticado da emblemática série de terror é um retorno glorioso: embora as mortes sanguinárias não sejam tão memoráveis, elas ainda sustentam a reputação do filme como um ótimo exemplar de gore.
O novo filme de Ryan Coogler investiga os primeiros passos do blues na América e revisita a lenda de Robert Johnson em uma ótima mistura de terror, drama e ação.
O último filme de Steven Soderbergh explora a moralidade dentro de um meio em que a mentira é essencial para sobreviver. O resultado é hipnotizante e tem um desenrolar casualmente criativo.
O Brutalista (2024) é uma grande obra, com diálogos bem elaborados e uma direção exitosa. No entanto, seu herói não parece tão grandioso quanto seu filme faz parecer.
O primeiro trabalho de ficção de RaMell Ross é um esforço ousado e detalhista que não perde proximidade emocional ao passo que investe em uma forma incomum de narrar uma história de sofrimento.
A nova roupagem do clássico de F. W. Murnau é tão boa quanto a versão original: esse é um filme de terror violentamente eficiente e canonicamente memorável.
O Quarto ao Lado (2024) é um filme diarístico sobre aceitação da morte. Embora essa crônica seja existencialista, sua canalização é simples e funcional.