A obra trata o olhar infantil como uma ferramenta de exploração filosófica, transformando a primeira infância numa reflexão sobre percepção, linguagem e o surgimento da consciência.
Paul Thomas Anderson transforma o caos político contemporâneo num espetáculo tragicômico, subvertendo o blockbuster para expor o esgotamento ideológico de uma nação que ainda se recusa a enxergar o próprio abismo.
A Hora do Mal (2025) se insere no post-horror ao priorizar a construção de um universo dramático em vez dos elementos típicos do terror, ainda que mantenha imagens grotescas e um monstro central.
O filme biográfico de Ney Matogrosso pode não ser tão ousado quanto o cantor, mas ainda assim consegue ser uma obra bonita, charmosa, responsável e elegante.
Sorry, Baby (2025) é um filme desordenadamente honesto: em meio aos traumas do passado, nossa heroína encontra espaço para a esperança de um futuro melhor.
O filme mais sofisticado da emblemática série de terror é um retorno glorioso: embora as mortes sanguinárias não sejam tão memoráveis, elas ainda sustentam a reputação do filme como um ótimo exemplar de gore.
O novo filme de Ryan Coogler investiga os primeiros passos do blues na América e revisita a lenda de Robert Johnson em uma ótima mistura de terror, drama e ação.