Daniel Rezende rejeita as tendências do cinema atual e abraça o risco como método, proporcionando em O Filho de Mil Homens a obra mais poética de sua filmografia.
Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, Sirāt tenta disfarçar seu vazio com momentos abruptos de impacto, mas falha em construir qualquer substância narrativa ou emocional.
Bom Menino (2025) aposta em consolidar uma nova vertente de filmes de terror. Embora seja feito inventivamente, o resultado ainda é mais triste do que assustador.
O novo filme distópico de Francis Lawrence funciona pela lógica do interesse. Embora seja bem-sucedido na maior parte do tempo e consiga construir um bom gancho, não há muita substância por baixo dos panos.
A obra trata o olhar infantil como uma ferramenta de exploração filosófica, transformando a primeira infância numa reflexão sobre percepção, linguagem e o surgimento da consciência.
Divertido e cheio de referências à cultura da virada do milênio, Don’t Trip (2025) tropeça na falta de ousadia e no excesso de elementos narrativos, o que acaba tornando a história, em certos momentos, confusa.
Fun and packed with turn-of-the-millennium cultural references, Don’t Trip (2025) stumbles over its lack of boldness and its overload of narrative elements, which ends up making the story feel confusing at times.