Mesmo com a adrenalina das corridas, F1: O Filme (2025) oscila entre emoção e artificialidade, revelando mais sobre os clichês do gênero do que sobre seus personagens.
Eddington (2025) é um filme ousado por construir uma alegoria teatralizada dos Estados Unidos, mas o resultado é mais confuso do que claro: o sarcasmo é desenfreado, deixando a obra pesada em intenções e fraca em profundidade.
Sorry, Baby (2025) é um filme desordenadamente honesto: em meio aos traumas do passado, nossa heroína encontra espaço para a esperança de um futuro melhor.
O filme mais sofisticado da emblemática série de terror é um retorno glorioso: embora as mortes sanguinárias não sejam tão memoráveis, elas ainda sustentam a reputação do filme como um ótimo exemplar de gore.
O novo filme de Ryan Coogler investiga os primeiros passos do blues na América e revisita a lenda de Robert Johnson em uma ótima mistura de terror, drama e ação.
Mickey 17 (2025) acaba sendo um produto mediano: ele não se joga totalmente no absurdo, carece de personalidade na técnica e, por vezes, é político até demais.