Categoria: Crítica de Filmes

2025

Embora o novo filme tente atualizar o clássico da década de 1990, ele perde o charme, a tensão e o carisma que tornaram o original minimamente interessante. Jennifer Kaytin Robinson entrega um filme sem personalidade, com humor deslocado e nostalgia mal aproveitada.

1988

Giuseppe Tornatore registra o fim de uma era em que ir ao cinema era uma experiência coletiva, capaz de conectar gerações e moldar o olhar de cada espectador.

2025

Paul Thomas Anderson transforma o caos político contemporâneo num espetáculo tragicômico, subvertendo o blockbuster para expor o esgotamento ideológico de uma nação que ainda se recusa a enxergar o próprio abismo.

2025

A Hora do Mal (2025) se insere no post-horror ao priorizar a construção de um universo dramático em vez dos elementos típicos do terror, ainda que mantenha imagens grotescas e um monstro central.

2025

Juntos (2025) transforma o body horror em uma metáfora: o desencontro romântico é tão doloroso quanto a violência grotesca do corpo. Mais do que os efeitos viscerais, é o retrato das frustrações humanas em um filme exitoso.

2025

O filme biográfico de Ney Matogrosso pode não ser tão ousado quanto o cantor, mas ainda assim consegue ser uma obra bonita, charmosa, responsável e elegante.

2025

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025) propõe um recomeço simbólico ao MCU ao resgatar um senso de otimismo que outrora definia seus heróis.

2025

Amores Materialistas (2025) é um drama que descreve bem o vazio dos relacionamentos contemporâneos, mas não consegue encená-lo à mesma altura.

2024

Manas (2024) nos mostra que a importância de um tema não basta para torná-lo um grande filme.

2025

Mesmo com a adrenalina das corridas, F1: O Filme (2025) oscila entre emoção e artificialidade, revelando mais sobre os clichês do gênero do que sobre seus personagens.