Categoria: Crítica de Filmes

2025

O último filme de Steven Soderbergh explora a moralidade dentro de um meio em que a mentira é essencial para sobreviver. O resultado é hipnotizante e tem um desenrolar casualmente criativo.

2024

Presença se afirma como um terror sutil, sólido, inventivo e elegante — um daqueles filmes que parecem mais simples do que realmente são.

2024

O Brutalista (2024) é uma grande obra, com diálogos bem elaborados e uma direção exitosa. No entanto, seu herói não parece tão grandioso quanto seu filme faz parecer.

2024

O primeiro trabalho de ficção de RaMell Ross é um esforço ousado e detalhista que não perde proximidade emocional ao passo que investe em uma forma incomum de narrar uma história de sofrimento. 

2024

O thriller erótico de Halina Reijn tem boas intenções e um final mais que satisfatório, mas seu desenvolvimento é apenas uma rapidinha.

2024

A nova roupagem do clássico de F. W. Murnau é tão boa quanto a versão original: esse é um filme de terror violentamente eficiente e canonicamente memorável.

2024

O último filme de Luca Guadagnino é seu trabalho mais contido e enigmático, porém, ele ainda tem dificuldades em entender sua própria essência.

2024

O Quarto ao Lado (2024) é um filme diarístico sobre aceitação da morte. Embora essa crônica seja existencialista, sua canalização é simples e funcional.

2024

Flow (2024) conta uma história simples e anacrônica, mas não parece ter tanta força para se cristalizar no tempo.

2024

O segundo longa-metragem dirigido pelo ator americano Jesse Eisenberg é um esforço rápido, relativamente profundo e eficaz, mas que revela um diretor ainda sem assinatura.