Categoria: Crítica de Filmes

2025

Superman (2025) resgata a dimensão política esquecida do herói, combinando crítica com uma nostalgia cartunesca em um filme oportunamente político.

2025

Eddington (2025) é um filme ousado por construir uma alegoria teatralizada dos Estados Unidos, mas o resultado é mais confuso do que claro: o sarcasmo é desenfreado, deixando a obra pesada em intenções e fraca em profundidade.

2025

Sorry, Baby (2025) é um filme desordenadamente honesto: em meio aos traumas do passado, nossa heroína encontra espaço para a esperança de um futuro melhor.

2025

Faça Ela Voltar (2025) é um filme de terror completo: uma obra que mistura um pouco de tudo, numa fórmula bem equilibrada e que funciona demais.

2025

O filme mais sofisticado da emblemática série de terror é um retorno glorioso: embora as mortes sanguinárias não sejam tão memoráveis, elas ainda sustentam a reputação do filme como um ótimo exemplar de gore.

2025

O novo filme de Ryan Coogler investiga os primeiros passos do blues na América e revisita a lenda de Robert Johnson em uma ótima mistura de terror, drama e ação.

2025

O body horror teatral de Emilie Blichfeldt representa uma das releituras mais ousadas e inventivas do conto tradicional de Cinderela.

2025

Mickey 17 (2025) acaba sendo um produto mediano: ele não se joga totalmente no absurdo, carece de personalidade na técnica e, por vezes, é político até demais.

2025

O último filme de Steven Soderbergh explora a moralidade dentro de um meio em que a mentira é essencial para sobreviver. O resultado é hipnotizante e tem um desenrolar casualmente criativo.

2024

Presença se afirma como um terror sutil, sólido, inventivo e elegante — um daqueles filmes que parecem mais simples do que realmente são.