Categoria: Crítica de Filmes

2022

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022) é um filme que já nasceu clássico.

2016

Em Moonlight: Sob a luz do luar (2016), os clichês são subvertidos ao passo que negritude, masculinidade e vulnerabilidade se chocam em uma retratação dolorosa da tentativa de autoconhecimento.

2016

A Chegada (2016) é uma aula de cinema de catarse e semiótica.

2010

Em A Origem (2010), Christopher Nolan revive a mágica que construiu o cinema, ao passo que entrega um de seus enredos mais originais.

2003

Em Kill Bill: Vol. I (2003), Tarantino mescla violência e humor para construir um filme pastiche popularmente intermidiático. 

2001

O thriller neo-noir e labiríntico de David Lynch é uma obra em sua forma mais pura: um filme sobre filmes, uma carta de amor e ódio a Hollywood.

1989

Sociedade dos Poetas Mortos (1989) é uma faca de dois gumes: seu subtexto da homossexualidade é expressivo, mas nem sempre da melhor forma.

1996

Quase trinta anos depois, Pânico (1996) ainda consegue provar por que é um dos filmes de terror mais icônicos da história. 

1994

O último filme da Trilogia das Cores é o trabalho mais existencial e metafórico de Krzysztof Kieślowski: sua obra mais abstrata, mas também a mais humana.

1994

A Igualdade é Branca (1994) é um dos melhores exemplos da queda de um homem e de uma tentativa frustrada de redenção. No entanto, o melodrama masculino, por vezes, parece um tanto perdido.