Sorry, Baby (2025) é um filme desordenadamente honesto: em meio aos traumas do passado, nossa heroína encontra espaço para a esperança de um futuro melhor.
O Brutalista (2024) é uma grande obra, com diálogos bem elaborados e uma direção exitosa. No entanto, seu herói não parece tão grandioso quanto seu filme faz parecer.
O primeiro trabalho de ficção de RaMell Ross é um esforço ousado e detalhista que não perde proximidade emocional ao passo que investe em uma forma incomum de narrar uma história de sofrimento.
O Quarto ao Lado (2024) é um filme diarístico sobre aceitação da morte. Embora essa crônica seja existencialista, sua canalização é simples e funcional.
O segundo longa-metragem dirigido pelo ator americano Jesse Eisenberg é um esforço rápido, relativamente profundo e eficaz, mas que revela um diretor ainda sem assinatura.
Em Moonlight: Sob a luz do luar (2016), os clichês são subvertidos ao passo que negritude, masculinidade e vulnerabilidade se chocam em uma retratação dolorosa da tentativa de autoconhecimento.